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DIFERENÇAS DE SALÁRIOS

FUNCIONARIOS DO INSTITUTO MORIAH (VOTORANTIM)
TÊM DIREITO A DIFERENÇAS DE SALÁRIOS DESDE SETEMBRO DE 2014.
Após vários anos, decisão do Tribunal Superior do Trabalho em Brasília, confirmou sentença da 3ª Vara do Trabalho de Sorocaba que, em processo coletivo promovido pelo SinSaúde Sorocaba, determinou o pagamento de diferenças salariais a auxiliares e técnicos de enfermagem, pessoal administrativo e de apoio, pelo descumprimento, pelo Instituto Moriah, no período de 2014/2015, de Acordo Coletivo de Trabalho.
Pelo acordo, a título de exemplo, o auxiliar de enfermagem deveria receber, a título de salário, em setembro/2014, a importância de R$ 1.080,00, mas, o Moriah, constatou-se, pagava salários da ordem de R$ 950,00, gerando uma diferença mensal de aproximadamente R$ 130,00. Para os técnicos de enfermagem, a diferença mensal chegou a R$ 194,00; para os trabalhadores em serviços administrativos: R$ 346,00 e, serviços de apoio (copa, cozinha, limpeza, etc): R$ 195,00.
O processo, que agora retornou para Sorocaba, esta na fase de apuração das diferenças devidas a cada um dos funcionários do Moriah, naquele período, e que ensejará direito às diferenças também de férias, 13º salários, adicional noturno, e FGTS, inclusive no caso de funcionários que já tiveram rescindido o seu contrato de trabalho.
Funcionários do Instituto Moriah (Santa Casa de Votorantim), devem entrar em contato com o Jurídico do Sindicato – (Dr. João Carlos, às 5as feiras, das 14:00 às 17:00 horas) – munidos da CTPS para saberem se terão direito àquelas diferenças, que poderão chegar a valores entre R$ 2.000,00 e R$ 4.000,00, por trabalhador.
O processo e os direitos em questão, referem-se EXCLUSIVAMENTE AOS TRABALHADORES DA SAÚDE, EMPREGADOS DO MORIAH, EM VOTORANTIM.

NOTA SOBRE A MP 936

 

Nota sobre MP 936

O SINSAÚDE sempre visando a proteção e a defesa dos interesses dos trabalhadores vem a público se manifestar com relação a MP 936 editada pelo Governo Federal. Sabemos que estamos passando por um momento delicado para todas as categorias de nosso país, mas não podemos aceitar que o governo transfira o ônus dessa crise para os ombros da classe trabalhadora, o Governo precisa assumir o seu papel e proteger empregadores e principalmente o empregado que é a real força desse país. A Medida Provisória trouxe alguns cenários de possibilidade de redução de jornada e suspensão de contratos com redução salarial em uma escala de percentual que vai de 25% a 70%. A recomposição do salário seria feita com base na regra do seguro desemprego. O Governo ignorou princípios constitucionais básicos ao autorizar a negociação individual. O trabalhador está em um momento extremamente delicado, tendo sua renda em risco, coloca-lo a mercê de uma negociação, sem qualquer capacidade de pleitear algum direito é cruel e extremamente desonesto. Esse momento deve ser obrigatória a negociação coletiva por meio dos sindicatos, é a única forma de evitar uma desigualdade na relação. A proteção ao trabalhador é função do Sindicato e ser representado nesse momento é um direito do trabalhador. O trabalhador não pode ser jogado aos leões nesse momento. O Governo brasileiro precisa se espelhar em outros países que adotaram medidas de proteção a classe trabalhadora, inclusive com o subsidio de 100% dos salários em muitos casos, sobretudo aos mais vulneráveis que no Brasil é uma grande maioria. Assim, somos totalmente contrários a qualquer medida que coloque o trabalhador em extrema fragilidade na relação de emprego. As centrais sindicais já estão se posicionando e apresentando propostas de emendas ao texto, bem como já houve ações proposta no STF por partidos políticos, esperamos que o texto sofra as correções necessárias e prevaleça o interesse de proteção ao trabalhador estampado na nossa Constituição Federal. ORIENTAMOS TODOS TRABALHADORES QUE NÃO ACEITEM QUALQUER TIPO DE NEGOCIAÇÃO INDIVIDUAL. O SINDICATO ESTÁ APTO A REPRESENTAR TODA CATEGORIA E IRÁ PRIORIZAR E VALORIZAR OS SEUS INTERESSES.
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